Decisões registradas para crescer sem perder o método.
Este relatório acompanha o que foi aprovado, implantado e adiado no Circunda. Vitória definiu a estrutura piloto, Vila Velha confirmou o modelo e a cobertura evoluiu para 14 cidades do Espírito Santo.
Última atualização: 24 de setembro de 2026
Histórico
Da pergunta inicial ao modelo territorial
01
Referências estáveis em vias auditadas
Após validação em prévia, Avenida Vitória e César Hilal passaram a representar registros do ponto genérico auditado de Bento Ferreira em coordenadas preexistentes conferidas nas respectivas vias. Os círculos e cartões preservam o layout do mapa e informam trecho desconhecido. Referências independem dos filtros; coordenadas originais e contagens são preservadas. A extensão territorial depende de nova auditoria.
02
Base pública e cidade-piloto
Vitória foi escolhida como primeira cidade. O mapa passou a combinar ocorrências da SESP/ES, limite municipal do IBGE e OpenStreetMap.
03
Áreas, escolas e trajetos
Foram criados os fluxos para analisar áreas e trajetos casa–escola, com escolas mapeadas, raios e corredores configuráveis.
04
Categorias e histórico
Roubos, furtos, veículos e bicicletas ganharam filtros próprios. A comparação histórica usa os mesmos meses de cada ano e a mesma seleção temática.
05
Qualidade da fonte
Duplicidades passaram a ser removidas pelo número da ocorrência. Coordenadas coincidentes com números diferentes foram preservadas e agrupadas visualmente.
06
Auditoria e relatório
Cada consulta passou a conferir linhas, ocorrências únicas, categorias, coordenadas ausentes e respostas limitadas. O resultado pode ser compartilhado ou impresso.
07
Circunda e arquitetura por cidade
O projeto adotou a marca Circunda, mantendo a cidade como uma camada territorial separada. Vitória tornou-se o modelo para as próximas implantações.
08
Posição assistida pelo endereço
Grandes agrupamentos genéricos agora podem reutilizar uma coordenada oficial já existente na via correta, somente quando endereço, proximidade e contexto produzem confiança alta.
09
ACV 1.0 aprovado em Vila Velha e padronizado
O método ACV 1.0 aprovado no piloto de Vila Velha passou a ser o motor territorial das 14 cidades publicadas. Parâmetros, confiança, auditoria e textos públicos são comuns; limites, aliases comprovados e bloqueios auditados de âncoras são configurados por município.
10
Horário informado do fato
O horário do fato fornecido pela SESP/ES passou a ser mantido para auditoria, enquanto a exibição pública usa somente madrugada, manhã, tarde ou noite.
11
Linguagem territorial
O fluxo deixou de prometer uma avaliação de imóvel e passou a se apresentar como análise de área, preservando o endereço, a rua ou o bairro apenas como formas de definir o recorte.
12
Identificadores públicos protegidos
Os quatro últimos dígitos do número da ocorrência passaram a ser mascarados em detalhes, agrupamentos e materiais compartilháveis. O valor integral permanece no processamento de deduplicação e auditoria.
13
Privacidade, termos e direitos
Foram publicados a Política de Privacidade, os Termos de Uso e um canal próprio para correção ou remoção. O fluxo documenta fornecedores, dados transmitidos, retenção, bases legais, direitos do titular e transferências internacionais.
14
Relatórios com proteção por padrão
Relatórios passaram a omitir o número do imóvel, reduzir a origem à rua ou região aproximada, usar um link limpo e informar versão da metodologia, geração, corte da base, fontes, licenças aplicáveis e canal de correção. Um único aviso antecede o compartilhamento.
15
Audiência medida com privacidade
O Cloudflare Web Analytics passou a medir acessos e desempenho de forma agregada, sem cookies, armazenamento local ou criação de perfis individuais pelo Circunda.
16
Atribuição cartográfica completa
A atribuição do OpenStreetMap, a licença ODbL e a identificação da Malha Municipal do IBGE passaram a acompanhar o mapa, os relatórios, a impressão e o PDF. Os mapas usam o endpoint oficial de tiles e observam a política da OSM Foundation.
17
Vila Velha publicada como segunda cidade
Vila Velha entrou na cobertura oficial usando o mesmo explorador, a mesma taxonomia, o ACV 1.0, relatórios, privacidade e auditoria de Vitória. Apenas o município da fonte, o limite do IBGE, o centro cartográfico, o cache de escolas e aliases de vias comprovados são configurados por cidade.
18
Transporte coletivo como foco próprio
Furto e roubo em transporte coletivo ganharam foco e categoria próprios nos filtros, no mapa, no histórico e nos relatórios. A regra é compartilhada pelas 14 cidades publicadas.
19
Serra publicada como terceira cidade
Serra entrou na cobertura oficial com o mesmo explorador, a mesma taxonomia, o ACV 1.0, relatórios, privacidade e auditoria das cidades anteriores. A comparação histórica passou a paginar respostas densas da fonte para não confundir o limite técnico do ArcGIS com ausência de dados.
20
Linguagem precisa na auditoria espacial
A interface passou a distinguir a ausência de outra coordenada oficial segura da qualidade do endereço informado. Quando o ACV não encontra uma referência compatível para aproximação, o registro permanece na coordenada da SESP/ES sem afirmar que a rua é genérica, incompleta ou inexistente.
21
Cariacica publicada como quarta cidade
Cariacica entrou na cobertura oficial com o mesmo explorador, taxonomia, ACV 1.0, escolas, relatórios, privacidade, auditoria e experiência móvel das cidades anteriores. Município, código e limite territorial permanecem configurações próprias e auditáveis.
22
Guarapari publicada como sétima cidade
Guarapari entrou na cobertura oficial após auditoria dos maiores agrupamentos, das posições externas, de todos os ajustes do ACV e dos pares escolares concorrentes. A cidade usa o mesmo motor territorial, relatórios, privacidade e regras responsivas da rede Circunda.
23
Cobertura consolidada em 14 cidades
A cobertura oficial passou a reunir, na ordem de publicação, Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Linhares, Aracruz, Guarapari, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Domingos Martins, Santa Teresa, São Mateus, Alegre e Fundão. Todas usam o mesmo motor territorial e regras comuns de auditoria.
24
Nova página inicial para escolher a cidade
A página inicial passou a priorizar a escolha entre as 14 cidades mapeadas, preservando Vitória e Vila Velha nas primeiras posições e tornando a cobertura completa acessível sem exigir a rolagem de uma lista extensa.
25
SEO técnico e descoberta orgânica
Foram publicados robots.txt, sitemap com as 14 cidades e páginas institucionais, URL canônica e metadados próprios para Vitória. A verificação do Google Search Console foi adicionada sem conteúdo visível, cookies ou instalação do Google Analytics.
26
Transparência jurídica, fontes e infraestrutura
A Política de Privacidade incorporou o Search Console, direitos do titular e a Resolução CD/ANPD nº 19/2024. Termos, mapas e relatórios passaram a identificar a camada pública ArcGIS da SESP/ES sem atribuir licença não confirmada, e os tiles passaram a usar o endpoint oficial do OpenStreetMap.
27
Filtro por faixa do dia auditado
Todos, madrugada, manhã, tarde e noite passaram a filtrar mapa, contagens, histórico e relatório usando exclusivamente o horário informado do fato. Todos preserva ocorrências sem horário; as quatro faixas excluem esses registros e avisam que a fonte pode usar horários aproximados. Meia-noite permanece em madrugada. Em São Mateus, a interface identifica qualidade insuficiente nessa faixa devido à concentração anormal encontrada na auditoria.
28
Grafias de vias reconhecidas sem inventar precisão
Vitória passou a reconhecer as variantes auditadas de AV CEZAR HELAL, incluindo a grafia HILIAL, como Avenida César Hilal, preservando e exibindo o texto original da SESP/ES. A esquina com a Avenida Leitão da Silva continua fora do alias. Vias legítimas com um único nome, como AV VITORIA, entram na verificação somente quando trazem um tipo explícito; abreviações incompletas continuam rejeitadas.
29
Âncoras com logradouros conflitantes bloqueadas
Em Bento Ferreira, um registro identificado como AV VITORIA tinha coordenada na Rua Amélia da Cunha Ornellas. O Circunda manteve o registro na posição fornecida pela SESP/ES, mas deixou de usar esse ponto para aproximar outras ocorrências. O ACV agora também rejeita automaticamente referências de vias distintas a até 3 metros quando ambas estão na consulta.
Regras permanentes
O que nenhuma cidade pode alterar sozinha
Preservar internamente o número e a coordenada original da fonte.
Nunca criar silenciosamente uma posição inexistente.
Identificar toda posição aproximada e seu nível de confiança.
Usar o tipo do crime apenas como desempate secundário.
Não alterar contagens ou histórico sem explicar a metodologia.
Exibir publicamente somente a faixa do horário informado do fato.
Manter ocorrências sem horário na opção Todos e fora das quatro faixas do dia.
Preservar meia-noite em madrugada, documentar que o horário informado pode ser aproximado e sinalizar a qualidade insuficiente dessa faixa em São Mateus.
Mascarar os quatro últimos dígitos do número da ocorrência em toda saída pública.
Descrever o resultado como análise territorial, sem atribuir uma avaliação ao imóvel.
Manter visíveis a política de privacidade, os termos e o canal de direitos do titular.
Não armazenar relatórios compartilháveis nem expor coordenadas em URLs públicas.
Medir audiência somente de forma agregada, sem publicidade direcionada ou perfil individual.
Identificar a camada pública ArcGIS da SESP/ES e manter OpenStreetMap, ODbL e a base territorial do IBGE atribuídos no mapa e em toda saída estática.
Não fazer download massivo, pré-carregamento indiscriminado ou uso abusivo dos servidores públicos de tiles.
Aplicar a mesma auditoria, taxonomia e relatório em todas as cidades.
Manter transporte coletivo como foco e categoria próprios em todas as cidades publicadas.
Aplicar o ACV 1.0 sem criar regras paralelas por cidade; exceções territoriais devem ser configuradas e documentadas.
Impedir aproximações com âncoras de logradouros conflitantes, preservando a posição oficial de cada registro.
Não confundir ausência de outra coordenada oficial compatível com endereço genérico, incompleto ou inexistente.
Nova cidade
Checklist mínimo antes da publicação
Fonte e campos oficiais conferidos
Código e limite municipal do IBGE
Fontes, metadados, atribuições e licenças aplicáveis conferidos
Categorias e período validados
Até dez maiores agrupamentos relevantes revisados
Amostra de posições aproximadas auditada
Aliases de vias conferidos sem unir logradouros distintos
ACV 1.0 validado com casos compatíveis, aproximados e mantidos na coordenada oficial
Escolas, relatório, impressão e celular testados
ACV 1.0: regra permanente para agrupamentos
O Circunda primeiro identifica coordenadas que misturam muitos logradouros. Um registro só ganha uma posição aproximada quando existe uma coordenada oficial de referência na mesma via, dentro da distância permitida e com confirmação adicional de bairro ou natureza. Sem essa evidência, o registro permanece na coordenada oficial da fonte.
A consulta espacial e a comparação histórica continuam baseadas na resposta oficial. O ajuste melhora a leitura visual e permanece explicitamente auditável.
Uma coordenada associada a logradouros distintos não serve como referência para aproximar outros registros. Quando o conflito só aparece em anos anteriores, o ponto auditado pode ser bloqueado na configuração municipal. Os registros continuam contados e suas coordenadas originais permanecem disponíveis na auditoria.
O motor, os parâmetros e a linguagem pública são os mesmos nas 14 cidades publicadas. Cada município pode acrescentar limites, aliases de vias comprovados e bloqueios auditados de âncoras; logradouros distintos nunca são tratados como equivalentes por conveniência.
Quando um alias auditado é reconhecido, o texto recebido da SESP/ES continua visível e o nome canônico aparece separadamente. O alias não autoriza reposicionamento sem uma coordenada oficial compatível.